Basta olhar para as pirâmides
e ver nelas algo especial. Primeiro elas serviam como local onde os Faraós eram
colocados apos a morte, cobertos de ouro e revestidos do processo de mumificação.
Depois se observa com a construção de obras arquitetônicas tão grandes, o
trabalho escravo empregados nesse fim.
Há que se notar na sociedade egípcia um fascínio pelo domínio.
Afinal a história do Egito antigo dividido em dinastias onde os próprios faraós
sentiam-se Deuses que subjugavam o povo. Você vê isso pela própria forma de que
os mortos eram enterrados, seja pelas pirâmides: Reis ou Faraós, ou mesmo
Mastabas quando era os nobres que eram enterrados com a esperança de uma vida
apos a morte rica.
Enquanto isso os
servos eram tratados de maneira diferente. Afinal a arte voltada para os mortos
era ligada mais a elite do que a sociedade egípcia como um todo. As próprias
obras esculturais que trazem a efígie do Faraó ou mesmo a representação do
casal real mostram isso.

Em todas as sociedades
desde a Pré-História o homem busca esse contato com o sobrenatural. Os povos
antigos viam que o culto a representação de animais por meio de desenhos ou
escultura como a deusa da fertilidade, trazia resultados práticos para a sua sobrevivência.
Era dessa forma que desenhavam bisões que eles caçavam.
Por mais que se façam criticas ao grande império egípcio ligado ao
faraó importante observar que a sua sustentação como sociedade se deu através
desse culto a personalidade dos Faraós. Como se o povo se sentisse mais
protegido, dos ataques de outros povos, já que nesse tempo quem tivesse forca
venceria os inimigos.
Por mais que esse feito de querer se eternizar fisicamente não
tenha se concretizado, a sua arte deixou marcas que não se apagam com o tempo.
Basta vermos filmes como Indiana Jones, Cleópatra onde vemos a beleza da representação
de grandes monumentos e da vestimenta do povo daquela época. Claro ressaltando
que a arte por muito tempo representou apenas o reflexo das elites, sendo o
belo visto como algo para quem tem posses.
