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terça-feira, 18 de março de 2014

“Guerra dos Mundos” aterroriza os americanos e o futebol encanta Europa as vésperas da II Guerra Mundial

Copa da França 1938
Hitler

Enquanto o mundo esperava o desfecho de uma guerra a vista, arquitetada principalmente por Hitler ao lado de Mussolini da Itália e Hirohito do Japão e a Europa se preparava para realizar a terceira edição da Copa do Mundo de Futebol na França em 1938.
O clima era tenso, pois pouco tempo antes a Alemanha havia anexado a Áustria e proibido o selecionado jogar, obrigando-os a ceder jogadores ao time germânico.

Nos EUA, “A Invasão Marciana”, logo depois do mundial em 30 de outubro de 1938, as vésperas do Halloween americano, choca o país. O programa apresentado por Orson Wells, na CBS, interrompeu a programação normal da rádio e entrou com a peça de teatro, “Guerra dos Mundos” baseada no livro escrito pelo inglês Herbert George Wells.

O detalhe é que não foi falado que era apenas uma obra de ficção e quem estava ouvindo no momento entrou em choque. Seriam seis milhões de pessoas na escuta da falsa noticia que aterrorizou o país.

Mundial

No Mundial, grandes jogos foram vistos, por 375 mil pessoas, entre 4 e 19 de julho. As eliminatórias haviam contado com 36 times, que no final classificou 15 para disputar a Copa na França, em nove estádios de futebol. Destaque para goleada da Suécia sobre Cuba por 8 x 0.

A Seleção brasileira tinha como destaque o craque Leônidas da Silva e pela primeira vez foi longe na competição, com emocionante primeiro jogo contra a Polônia em que o Brasil venceu por 6 x 5 na prorrogação.
Leônidas da Silva

Ai depois veio a Tchecoslováquia e foi preciso um jogo do desempate para a seleção passar. Numa decisão precipitada da comissão técnica Leônidas da Silva é poupado nas semifinais e o Brasil perde para Itália por 2 x 1.

O diamante negro acabou artilheiro do campeonato mundial de futebol, com 7 gols. Já a seleção brasileira em terceiro. A campeã seria a Azzurra, com o ineditismo do bicampeonato do jornalista e treinador Vittorio Pozzo.
Vittorio Pozzo

Na partida final no Stade Olympique de Colombes, em Paris, a Itália venceria a Hungria por 4 x 2, para um público de 60 mil pessoas.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Classe C do Brasil e Judeus (Semelhantes ou diferentes?)

Venho pensando muito esses dias, sobre o que as pessoas da elite pensam em respeito as ações sociais que o PT realiza. Claro sem generalizar, mas a verdade seja dita, tudo que a Dilma faz, ou que o Lula fez é visto pela direita como algo desprezível. Por que será isso?


            Seria por que os pobres estão viajando mais pelo mundo? Comendo melhor? Tendo acesso ao ensino superior? Comprando Carros? E deixa a Danuza Leão com ódio por encontrar empregada com condições de ir a Europa?

Tudo agora virou culpa dos pobres, pois eles estão "tomando" o lugar antes resumido, aos todos poderosos ricos, que na "grande casa", olhavam para os servos (escravos) na senzala e hoje estão no mesmo nível que os seus patrões.
            Isso lembra um pouco os judeus, que viviam na Alemanha e começaram a ascender socialmente e virou alvo da campanha de Hitler por um povo "puro" a raça ariana. Em que os judeus eram os culpados pela falta de empregos, de educação, enfim de tudo que faltava ao povo alemão a culpa era dos judeus.
            As manifestações de junho deste ano, feita pela população da classe mais abastarda brasileira, que levou 1 milhão de pessoas (0,5% da população brasileira) as ruas refletiu a revolta daqueles que sentiram sufocados pelas políticas sociais do lulismo e por isso inflamados geraram aberrações como os black blocks (grupo de extrema direita).
            Quando um governo tenta quebrar os privilégios de poucos, eles relicham. Veja o caso em que o prefeito de São Paulo, Fernando Hadadd (PT), queria taxar os mais ricos com o IPTU maior,  para beneficiar os mais pobres. A mídia caiu de pau, manipulando e até a justiça acabou proibindo esse aumento.


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