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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Elói, meia armador, campeão mundial de clubes pelo Porto e com passagens no Fortaleza e Ceará


Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.
Sabe quando a gente vai ao estádio e sai de lá encantado? São cenas incríveis numa época que não tinha ainda a febre das redes sociais. Essa era minha adolescência, essa era a década de 90, tempos de casa cheia, grandes clássicos e um futebol de encher os olhos dentro de campo. Entre esses craques um deles era gênio, o meia armador Francisco Chagas Eloi.
       Com passagens marcantes em Fortaleza e Ceará, o jogador e hoje técnico, nasceu em Andradina (SP) e iniciou profissionalmente pelo Juventus, depois passou pela Portuguesa, Inter de Limeira, Santos, Cruzeiro, America (RJ), Vasco da Gama (RJ), onde jogou ao lado de Roberto Dinamite, Genoa e Botafogo.
            Mas foi no Porto, que o jogador brasileiro teve suas maiores conquistas. A principal foi a Liga dos Campeões de 1986-1987, quando venceu na primeira fase, o Rabat Ajax, duas vezes 1 x 0 e 9 x 0. Nesse primeiro jogo Eloi fez um dos gols da goleada lusitana. Nesse jogo também tem gol de Celso Gavião, brasileiro, também com passagens no futebol cearense.

            Nessa segunda fase, o Porto perdeu para o Viena por 1 x 0 e depois venceu por 3 x 0. Nas quartas de finais, o Porto de Eloi venceu por 1 x 0 e empatou 1 x 1 com o Brondby. Nas semifinais venceu o Dinamo de Kiev duas vezes pelo mesmo placar de 2 x 1.
            Na grande final diante de 62 mil pessoas o Porto foi campeão vencendo o Bayer de Munique, por 2 x 1. Elói não estava nesse jogo, o jogador havia rescindido com o clube português antes do grande jogo decisivo, mas deixou sua marca em 28 jogos e 12 gols. Ele se arrepende até hoje de ter vindo embora antes, porque o salário estava atrasado.
            Em um grande jogo em estádio lotado, em Chaves a equipe local perdeu por 2 x 0 com destaque para Elói.
           
            Elói também fez o gol no jogo do título do Campeonato Português contra o Covilhã (1985-1986).
            Terceiro tempo: entrevista com Milton Neves: http://terceirotempo.bol.uol.com.br/que-fim-levou/eloi-3152
            Em 1993, quando Elói desembarcou para jogar por aqui em terras alencarinas, ele foi destaque tanto em derrotas como vitórias. Fez o gol de honra, na derrota de 3 x 1 diante do Ceará, no Campeonato Brasileiro deste ano. Um dos grande jogos do craque temos , o clássico entre Fortaleza e Ferroviário, 5 x 4, para o leão e quatro gols importante de Elói.
            
            Em 1994, Elói veio para o Ceará e sem saber faria parte de um dos melhores times da história alvinegra chegando a final da Copa do Brasil, contra o Grêmio de Felipão e perdendo por 1 x 0, com aquele pênalti polêmico que Godoy não marcou em cima de Sérgio Alves.
            Em 1994 fez parte do grande time do Ceará que foi vice campeão da Copa do Brasil, perdendo só na final para o Grêmio de Felipão, num placar mínimo e num penalty polemico em cima de Sérgio Alves não marcado por Godoy.
            Elói fez alguns gols pelo Ceará como no empate em 2 x 2 com o Guarani de Juazeiro, vitória de 2 x 0 sobre o Itapipoca, vitória de 2 x 0 sobre o Tiradentes. Todos pelo Campeonato Cearense de 1994.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço
           
           
Fonte:

            Terceiro Tempo: http://terceirotempo.bol.uol.com.br/que-fim-levou/eloi-3152


    

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Fortaleza vice campeão brasileiro 1960-1968( 69)

Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.
Hoje vamos contar um pouco da história das campanhas do tricolor do pici, nos dois vice-campeonatos da Taça Brasil, em 1960 e 1968.


            Com o bicampeonato cearense de 1959/60, o clube cearense estreou na competição de 1960 com uma vitória tranqüila sobre o ABC (RN), por 3 x 0. Na partida de volta foi 0 x 0. Depois veio o Moto Clube (MA) e 2 x 0 e 1 x 1 classificaram o Leão para enfrentar o atual campeão brasileiro de 1959, o Bahia, que já tinha vencido o Santos de Pelé &CIA. Mais uma vez, o Fortaleza venceu em casa 2 x 1 e empatou fora 0 x 0.
            Nas semifinais o primeiro jogo entre Santa Cruz e Fortaleza foi em Recife e terminou empatado por 2 x 2, na volta no PV o tricolor venceu por 2 x 1. O jogo aconteceu no dia 23 de novembro de 1960. Fortaleza atuou com Pedrinho, Mesquita e Sanatiel, Toinho, Célio e Renato: Zeraimundo, Walter Vieira (Moésio Gomes), Bececê, Charuto e Benedito.

            Já o Santa entrou em campo com Agostinho, Dodô e Nagel; Múcio, Luiz e Nenzinho: Gildo: que depois seria contratado pelo Ceará e se tornaria maior artilheiro da história alvinegra (Caboclo), Nilsinho, Luz, Bill e Elmano.
            O clube cearense começou com placar adverso, aos 37 do primeiro tempo Nilsinho abre o placar para os pernambucanos. Com um gol de pênalti, Bececê deixou tudo igual. O gol da virada que levou o tricolor a final foi de Benedito.
            Como o Santa Cruz, o Palmeiras entrou diretamente nas semi-finais da competição que contou com 17 equipes campeãs estaduais. Antes da final, o Palmeiras sofreu para passar pelo Fluminense. Foi um empate sem gols e depois uma vitória magra por 1 x 0.
            Já na final no dia 22/12, o time dirigido pelo técnico Oswaldo Brandão venceu com facilidade no PV, o time do Fortaleza. Gols de Romeiro aos 8 e 17 Humberto aos 19, do primeiro tempo para o Palmeiras, descontou para o time alencarino Benedito. Terminou 3 x 1 para o alviverde paulista.
            Na partida de volta no dia 28/12, no Pacaembu, para um público de  40 mil pessoas, o Palmeiras venceu por 8 x 2. Mas quem saiu na frente foi o Leão, com gol de Charuto, logo aos 6 minutos, ele que marcou também aos 44 minutos, porém depois só deu porco. Zequinha aos 10 m, Chinesinho, aos 10m e 69m, Romeiro 12m, Cruz 53m e 56m e Humberto 77m.
            Em 1968 a Taça Brasil começou em agosto de 1968 e contou com a divisão na primeira fase com três zonas, Sul, Centro e Norte. O Palmeiras campeão da Taça de 1967, o Botafogo, representante da Guanabara, o Santos representante paulista e o Naútico que representava os pernambucanos. O restante dos clubes eram Água verde (PR), América (RN), Atlético (GO), Bahia (BA), Campinense (PB), Cruzeiro (MG), CSA (AL), Desportiva (ES), Fortaleza (CE), Goytacaz (RJ), Grêmio (RS), Metropol (SC), Moto Club (MA), Olímpico (AM), Operário (MT), Paysandu (PA), Piauí (PI), Rabelo (DF) e Sergipe (SE).
            Para chegar a final, o Fortaleza teve que antes vencer o Bahia em uma melhor de três, na primeira partida no dia 02/02/1969, na Fonte Nova o jogo terminou com a vitória dos bahianos por 1 x 0. Na partida de volta o tricolor venceu pela mesmo placar, no dia 09/02, forçando um terceiro jogo, que também aconteceu no PV, no dia 11/02 e o depois de um empate por 1 x 1, jogo foi para prorrogação e Croinha de pênalti decidiu a favor do tricolor cearense.
            Botafogo contava com estrelas, Jairzinho e Paulo Cezar Caju, porém eles não estariam na primeira partida, no dia 3 de setembro, eles estavam servindo a seleção brasileira. O time comandado por Zagallo entrava em campo com Ubirajara Mota, Moreira, Zé Carlos (Moisés), Leônidas e Vantecir, Carlos Roberto e Afonsinho; Zequinha (Rogério), Humberto, Ferreti e Torino.
            Já o Leão dirigido por Gilvan Dias, era formado por Gilberto, William. Zé Paulo, Renati, Luciano Abreu, Joãozinho e Luciano Frota, Lucinho (Mimi), Mozart, Erandir e Aloisio (Amorim).

            No jogo do PV foi 2 x 2, com gols de Joazinho e Erandir para o tricolor cearense e Ferreti para o alvinegro carioca. No jogo final no Maracanã para 35 mil pessoas, no dia 04 de outubro de 1969, era decidida a Taca Brasil de 1968. Roberto aos 10 minutos, aos 8 do segundo tempo, Ferreti ampliou o placar. Afonsinho fez o terceiro, aos 20 minutos da etapa final e no final Ferreti fechou o placar por 4 x 0.
            Mesmo com derrotas nas duas finais para Palmeiras e Botafogo, o Fortaleza seria a única equipe cearense a ser vice-campeã brasileira duas vezes. Um orgulho para o futebol cearense.

           
Fechamento de todos os programas:
Narração e edição: Carlinhos Alves, dedicado a Adriano da Planetatur, Larissa Falcão e Jorge Mota.
Fonte:
Blog do Marcão https://brfut.blogspot.com.br/2008/11/taa-brasil-1968.html