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sábado, 28 de março de 2015

AL celebra os 45 anos do Hospital São José em sessão solene

Sessão solene homenageia 45 anos de fundação do Hospital São JoséSessão solene homenageia 45 anos de fundação do Hospital São JoséFoto: Marcos Moura
A Assembleia Legislativa celebrou, na tarde desta sexta-feira (27/03), os 45 anos de fundação do Hospital São José (HSJ). “Há quatro décadas o Hospital São José vem lutando pela saúde da população cearense”, afirmou a deputada Fernanda Pessoa (PR), que presidiu a sessão solene. O deputado Renato Roseno (Psol) também ressaltou a importância da unidade hospitalar para a saúde pública no Ceará.
Criado na década de 1970, com o objetivo de promover os cuidados a pacientes com doenças infectocontagiosas, o HSJ ficou conhecido, na época, como o “Hospital do Isolamento”.  “As primeiras ações foram em 1970, quando éramos ainda um dispensário de tuberculose da Igreja Católica, com o combate às doenças infecciosas, como a coqueluche e a raiva”, afirmou o diretor do Hospital São José, Roberto da Justa Pires Neto, que agradeceu a homenagem prestada pela Assembleia.

Segundo o médico, o hospital iniciou o atendimento de pacientes com vírus HIV em meados da década de 1980. A partir dos anos 2000, a unidade ampliou a atuação, atendendo casos de dengue hemorrágica e leptospirose, por exemplo. Durante todo esse período, o Hospital São José tem sido um importante espaço para pesquisas e formação de médicos infectologistas. 

A representante do Grupo de Apoio Girassol, Mirtes Brígido Machado, lembrou as conquistas e retrocessos no combate à Aids ao longo desse tempo. Ela também falou sobre o trabalho da entidade, que busca proporcionar melhor qualidade de vida aos soropositivos. “O que conta é a solidariedade, que pode tanto humanizar como ajudar na ação política”, disse.

Atualmente, o hospital conta com 120 leitos, cinco unidades de internamento e atende mais de cinco mil pacientes por mês no ambulatório, com distribuição de medicamentos e realização de exames.
    
Durante a solenidade, foram agraciados com placas de homenagem a funcionária do hospital Maria Batista Senhorinha; a assistente social Maria de Fátima Félix Maia; a médica infectologista Terezinha Braga Monte; a representante do Grupo de Apoio Girassol, Mirtes Brígido Machado, e o diretor do HSJ, o médico infectologista Roberto da Justa Pires Neto.    
    
Também estiveram presentes na solenidade o representante da chefia da Casa Militar, tenente coronel Leandro Silva Nogueira; o médico pioneiro do HSJ, Paulo Gurgel Carlos da Silva; a diretora administrativa do HSJ, Fátima Maia Monteiro Carvalho; a diretora médica do HSJ, Tânia Mara Coelho, e o deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB/CE).
CE/GS
Texto original Aqui

quinta-feira, 30 de julho de 2009

A heranças do passado

Há alguns anos, venho vivendo a vida de forma descontrolada, com muita bebida, cigarro, sexo, muitos ficas, etc. Porém, como diz o ditado "tudo que é bom, dura pouco”, a vida me freiou; depois de pouco mais de 3 anos, nesse ritmo , levei o primeiro golpe.



Sempre fui prevenido nas minhas relações sexuais, mas essa garota era demais e aí fui ao embalo e não usei preservativo, parecia tudo muito gostoso, excitante e com uma excitação fora do comum. Foi muito prazeroso, uma das melhores transas que já tive. Só depois, de alguns dias quando apareceu uma DST( doença sexualmente transmissível) em mim, foi que fui me tocar do erro que havia cometido em minha vida, já era tarde.
            Não peguei por sorte um HIV, pois ela não tinha e fiz o teste e deu negativo, foi um alivio. Mas a sequela, daquela transa, ficou em mim pra sempre e vi como a euforia, em relação as coisas, nos leva a exagerar a dose. Depois dela, ainda dei uns pequenos vacilos, porém com mais prevenção.
            Em novembro do ano passado, resolvi parar de fumar e consegui durante dois meses. Sentia-me melhor, porém em janeiro voltei a fumar e só vim parar quando vi que já não me sentia tão bem ao dormir, dor no peito falta de ar; tudo isso me fez refletir e enfrentar essa difícil situação.
            Parei em abril de 2009 e completei nesse dia que escrevo, 4 meses, porém veio mais coisas ruins, consequência do cigarro. Quando parei, comia feito louco, doces, salgados, muita massa, somado ao sedentarismo e as dores no coração continuavam.
            Minha mulher que está me ajudando na recuperação, insistiu e eu fui ao médico e ele me passou uns exames de sangue. Três semanas depois de feito o exame, fui levar ao médico e me assustei. Meu triglicerídeos estava 511 (acima do muito alto) e meu colesterol 287 (acima do alto).


O médico me receitou um remédio para baixar os triglicerídeos e o colesterol, o Lypless. Também uma dieta, tirando o açúcar e a gordura e exercício físico. Dureza pra mim, mas tenho que fazer isso para melhorar minha saúde e retomar minha vida. Esse alerta que levei foi bom, pra mim recuperar-me dos males provocados por excessos de outrora.