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quinta-feira, 6 de março de 2014

Gonzagando da FM Assembleia traz músicas do Rei do Baião que fazem parte do Carnaval

Os sucessos de Luiz Gonzaga que contribuíram para o carnaval brasileiro serão destaque do programa Gonzagando da FM Assembleia (96,7 MHz) desta quinta-feira (06/03). Um dos trabalhos, “Feijão Cum Côve” de 1947, feito em parceria com Jeová Portella, sofreu censura na época. Mesmo assim, a música era a preferida do público do auditório da Rádio Nacional.

Originalmente se chamava “Olá seu generá”, até ser considerada subversiva pelo Departamento de Polícia, por entender como exageradas, as perguntas feitas ao tal general. Foi preciso mudar o título e o refrão da música para “Aí o que será?”, devido à repercussão em jornais, em que o próprio Gonzaga se queixava amargamente da proibição.

Nos anos 1940, o Rei do Baião compôs e também gravou músicas de compositores amigos. Uma delas foi “Cai no Frevo”, em 1946, e “Bia no Frevo”, adaptada do folclore. Outra composição, “Todo Homem Quer”, dos compositores Peterpan e José Batista, Gonzagão gravou em 1947.

O Gonzagando vai ao ar às quintas-feiras, a partir das 20h, com produção de Fátima Abreu e apresentação de Gerado Anésio.
CE/LF

quarta-feira, 5 de março de 2014

Só um carnaval que passou

Cinco dias em Fortaleza, momentos de tranquilidade, mesclado com alguns de euforia, assim se resumiu meu carnaval este ano. Longe de multidões preferi a serena brincadeira das "crianças", a lembrança da folia, dos clubes de carnaval, onde íamos fantasiados, nós criancinhas, de outrora, adultos cheios de dúvidas e problemas hoje.
Minha namorada e a filha dela, juntas ficaram na minha casa, no bairro do Montese, em Fortaleza. No sábado o dia todo, ficamos reclusos, enquanto a pequena garota ficava no seu videogame no meu computador. Eu e minha gata, vendo filmes e cuidando de alguns detalhes.
Família Alves e companhia

A noite um jantar especial no YakiChina, com uma comida bem natural. Um esperar para o outro dia começar a brincar e lá estávamos nós, os três no Sanatório Geral, verdadeira alegria de fantasias, de ritmos, de músicas antigas, de marchinhas, maracatus e muito mais.
Outro dia, de folga, mais um em casa e no quarto dia, deixar a pequena na casa da avó e curtir de novo na pracinha do Benfica e a noite no show do Raça Negra. Com o fim da folia a quarta feira de cinzas veio as despedidas e a volta ao batente.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Largo da Mocinha ultima noite de Carnaval


       
            Já fazia 52 dias que eu não tomava um gole de álcool. Deixei de beber porque queria ser mais saudável e viver de uma forma mais equilibrada, pois o álcool nos tira às vezes a razão e nos deixa totalmente emocional. Ontem como era o ultimo dia do carnaval, fiquei sem saber qual destino tomar: Aterro de Iracema com Arlindo Cruz, Avenida Domingos Olimpio, Cinema no Via Sul onde teria promoção de três filmes por 10 reais. Que duvida cruel!
                Com meu tio Claudio passou aqui na casa da minha Irma na Praia de Iracema, ficamos aqui mesmo durante a manha conversando besteiras, estávamos dizendo a diferença entre pobres e ricos. Quando o pobre chega, já é fazendo barulho, já o rico chega aos cantos com mais delicadeza. Minha mãe ali do lado vendo a nossa licença poética em relação às classes ficava com raiva, mas depois via que era brincadeira e caia na gargalhada.
                   Já perto de 17 horas eu chamei meu tio para dar uma olhada no Bar da Mocinha que fica na Rua Padre Climério. Cheguei com intenção de passar somente meia hora. Pois não queria deixar minha mãe só. E realmente voltei para buscá-la porem encontrei a casa fechada e voltei de novo para o local, que já estava mais cheio.
                Fiquei ali tomando minha água mineral e vendo a movimentação das pessoas. Dílson Pinheiro tinha aberto a tarde e iniciou-se a musica com o bloco Num Ipaia Si Não Ienche. Não tem como não admitir que tenha muita mulher bonita, estava ficando tonto. Estudantes, intelectuais, boêmios, um verdadeiro carnaval sem precisar sair de Fortaleza para se divertir.
                Quando já era 18 horas o negocio começou a pegar fogo. Tomei uma latinha de refrigerante, fiz algumas amizades e percebi que aquilo poderia ficar melhor e me aproximei de um grupo de mulheres lindas, ainda puxei conversa com uma loira, estava achando que podia rolar a algo.
                De uma hora para outra apareceu uns amigos meus. José e seu irmão, que como eu também eles usam óculos. Se fosse numa casa de forró poderiam nos achar uns nerds e ficaríamos excluídos, mas ali no Largo da Mocinha o que importa são as idéias. Meus amigos começaram a beber e eu acabei o jejum e comprei uma latinha.
                Por coincidência quando comecei a beber chegou meu tio com umas mulheres e me apresentou uma baixinha, ficamos amigos e foi bom. Mas eu estava de olho em outra jovem de preto. Meu tio estava mais perto dela e ficava tentando ganha-la, mas eu via que ela não estava afim dele, pois ficava me olhando.
                Lembro-me que perdi dinheiro. Outra coisa que fiz foi flertar com uma jovem que estava vendendo cerveja. Toda vez que eu ia ao banheiro, que afinal foram varias pegava no ombro dela e dizia coisas bonitas. Como elas eram varias vendedoras ambulantes de bebida. Eu comprava bebida de varias vendedoras, por isso fiz bastantes amizades.
                Alem dos ambulantes, tem claro o Bar da Mocinha, para quem curti o carnaval em uma mesa, sentado com um grupo de amigos. A Mesa estava custando 20 reais. Como eu queria me movimentar não quis ficar em uma mesa. Pois as coisas melhores estavam circulando no meio da multidão, era muita mulher dançando e querendo beijar é claro.
           A Banda além de tocar musica antigas, as famosas marchinhas, revisitou musicas das gerações dos anos 80, 90, além de também homenagear o cantor Wando.
          O carnaval já estava acabando, a volta a rotina se anunciava. Batia dentro de mim uma mistura de alegria e nostalgia, por saber que aquilo que foi maravilhoso de novo só daqui há um ano.
                

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Bloco Chupa Neném 2° dia de desfile pelas ruas do Vila União


Cheguei 16h na Casa do Nunes e ele estava se vestindo de Rei Momo. A Liduina sua esposa estava com uma coroa de brilhante falso na cabeça. O movimento era pequeno e poucas pessoas se deslocaram para o local de saída do bloco Chupa Neném. Diferente do primeiro dia não tinha os bebuns de sempre, nem os amigos fieis do bloco.
            Soube pela TV cedo de um bloco Artilheiros de Pau, que estava saindo na Lagoa do Opaia e se concentrando em frente ao Bar do Nobre que é o local onde finaliza o nosso percurso. Fiquei sabendo também que o mesmo bloco tinha camisas e havia uma boa estrutura. Para fechar um brincante que se aproximou do nosso bloco na hora da saída me disse de outro bloco que estava saindo em uma rua ao lado da empresa de ônibus São José de Ribamar era o Boi Folia.
            Fiquei imaginando que estávamos agora com concorrência, mas fazer o que tem que achar bom, quanto, mas blocos no bairro melhor. E foi assim com poucas pessoas que fizemos o nosso percurso pelas principais ruas do Vila União. Afinal os outros dois blocos ficavam parados em seus locais enquanto nós fazíamos todo um percurso, para que a população soubesse que a folia também acontece no nosso bairro.

            Como sempre as pessoas estavam nas calçadas, nos bares, nas praças, nas janelas, sempre prontas a nos seguir. Quando chegamos próximo ao Bar do Nobre em frente a Lagoa, não podemos passar estava interditado a rua. Então deixamos o carro de som na entrada do local que estava fechado e seguimos a pé.
Muita gente brincando no bloco Artilheiros de Pau. Gente bonita, foi bom ver esse movimento, faltou apenas os três blocos se reunirem e marcarem de terminar os blocos no mesmo local.