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sábado, 9 de novembro de 2019

Bola no Rádio edição (7/11)

Versão no Youtube: 


Versão podcast: 

Versão periscope:
https://www.periscope.tv/carlosemanuelce/1ynJOwWROMlJR

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Na Arquibancada (04/10)

Apresentação Romulo Jacob, comentários Ezio Palestrinha, David Estranho, Carlos Emanuel, Wellington Silva

sábado, 15 de setembro de 2018

Na Arquibancada (13/09)

Programa de esportes da wéb rádio Classista de todas as quintas (13h30), essa edição apresentada por mim, Carlos Emanuel e comentário Ézio Rodrigues e Wellington Júnior
ouça também no Castbox:

quinta-feira, 10 de maio de 2018

# 22 cuide bem, seja a mudança

Mais um episódio do #minhaverdade, falando sobre Rota 66 de Caco Barcelos, o Caso Mariele, e o filme o Jovem Karl Marx, ouça pelo Youtube:


Temos aqui também a versão no Castbox

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Leandro Karnal, a ética e o trânsito e a vida do nosso país

Leandro Karnal em palestra na Semana Nacional do Trânsito nos fala nessa palestra de 1h26m sobre ética, valores. O filósofo, um dos destaques na atualidade no Brasil, ao lado de Pondé, Sérgio Cortella, desfaz mitos e coloca a mão na ferida das nossas ações minimas cotidianas.



Vale a pena conferir, pois também Karnal destaca outros temas dentro desse período de fala. Sobre pessimismo, otimismo e muito mais. 

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Somos tão jovens o começo do agito do Rock pesado no Brasil

O filme Somos tão jovens de 2013, direção de Antônio Carlos da Fontoura, trás a história de jovens na sua vida de tédio em Brasília, na descoberta do som do punk rock. Como foco principal a vida de Renato Russo, na brilhante interpretação de Thiago Mendonça. Como vocês que acompanham meu blog devem ter visto no meu comentário sobre o livro Renato: O filho da revolução, onde explico melhor sobre toda a história do inteligente jovem que foi um rapaz que mudou conceitos e quebrou barreiras, mas nesse comentário aqui sobre o filme se resume ao começo de tudo.

Em pouco mais de 1h40m, a película vai atrás do dia a dia dos jovens, curtindo suas experiências com a bebida, o sexo, o vestibular, os primeiros trabalhos, tempos de ditadura e rebeldia e que ficar parados não eram para eles, mesmo diante da repressão.


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Fim da banda larga acessível? Quem ganha com isso?

Anatel vai na contramão da história e quer apoiar abuso econômico de operadoras de banda larga
KACIO PACHECO/METRÓPOLES

O que podia unir o Brasil nesse momento de tanta divisão e polarização de idéias? A crítica a manifestação da Agência Reguladora de Telefonia (Anatel), que na fala do seu presidente João Rezende disse em resolução do órgão, que as operadoras de telefonia poderão limitar a banda larga para internet em até 90 dias.
     Ninguém sabe o que levou a esse senhor a tomar uma medida dessa contra o consumidor, pois as pessoas atualmente usam essa nova mídia para se informar, se divertir pelo You Tube, pelo Netflix, pelos games. Além de tudo a agência é para regular o serviço e beneficiar o usuário e não ser contra ele.
     Até hoje a internet virou um 5° poder que se contraria ao status quo que é empurrada pelas mídias tradicionais na TV, rádio e impresso. Com as redes sociais, por exemplo, as idéias são debatidas, informações mudam e ajudam a formar a opinião das pessoas.
     O perigo é tão grande que vários Youtubers como Cauê Moura, Eduardo Benvenuti se manifestaram contra medidas de redução de espaço para a divulgação de trabalho, como na medida da operadora Vivo, que diz aumentar valor do pacote de internet para quem usar Netflix e You Tube por exemplo.
     Especialistas como o coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Luiz Moncau alertou que a medida adotada pela Vivo e que já dá sinais de também ser seguida pela Net e OI “fere” o Marco Civil da internet que trata da neutralidade da rede.
     Segundo a Lei n° 12.965, de 23 de abril de 2014, as empresas estariam proibidas de cobrar taxas extras e impedir o usuário de ter acesso a conteúdos por questões financeiras.
     Mesmo se a Lei permitisse cobranças extras e limitasse os dados para acessar a banda larga isso seria um tipo de cerceamento a liberdade de escolha, mas não fugiria a lógica do capitalismo que privilegia quem detém um maior poder econômico diante das pessoas com menos posses financeiras.
     Hoje diante da eminência de um “golpe” e de uma ruptura na institucionalidade brasileira, com um terceiro turno que forçou uma “eleição indireta” para presidente da República, a qual beneficiou diretamente o vice-presidente Michel Temer, que seria o chefe de Estado do Brasil sem ter recebido nem um voto sequer do povo.
     Por enquanto essa questão política não vem ser o fator mais importante, mas sim a questão de perder, os consumidores o direito de acesso, a cultura, lazer, ativismo, liberdade de expressão como um todo. A polêmica dessa limitação de dados começou com a Vivo, com o argumento de que o congestionamento do tráfego da rede seria devido a esse excesso de consumo de áudio e vídeo.
     Quem discorda desse pensamento é o responsável por pesquisas do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), Rafael Zanatta, que acredita que a limitação de dados, feito pelas prestadoras não está de acordo com o Código de Defesa do Consumidor. Para ele a medida beneficiaria somente as empresas que prestam serviço pela internet.
     O que poderia ser feito para que essas mudanças não sigam adiante? Primeiro se manifestar contra nas redes sociais e depois entrar na justiça contra esse abuso. Porque o que já foi conquistado até aqui no nosso país não pode voltar atrás, não se pode aceitar o retrocesso. O Governo Federal a quem o órgãos reguladores estão subordinados, apesar de serem autônomos devem cobrar para que não fujam do seu papel de ficar do lado do cidadão.

OAB já se coloca contra pensamento da Anatel
     O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cláudio Lamanchia se pronunciou contrário a resolução da Anatel que saiu no Diário Oficial, que proibi a limitação de dados por 90 dias das operadoras de telefonias, mas que depois a oferta deveria ser “aderente a realidade”, ou seja, cobrar mais caro, para quem usar áudio e vídeo.
     Fico imaginando se isso não teria a interferência de grandes veículos de comunicação, como a Globo, que com toda certeza é prejudicada pela adesão das pessoas a Netflix e demais programações online em detrimento a os serviços de TV a cabo, como o da SKY, por exemplo.
     Lamanchia observou que a Anatel não está lembrando que nenhuma norma ou resolução institucional pode ser contrária a que defende a constituição.

     “É Inaceitável que uma entidade pública destinada a defender os consumidores opte por normatizar meios que as empresas os prejudiquem”, afirmou.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Jogar a Copa do Brasil ou Copa Sulamericana? Ou as duas?

Carlos Emanuel comenta sobre polêmica decisão do Ceará Sporting Club de ter de jogar ou Copa do Brasil ou Copa Sulamericana. Decisão do alvinegro de Porangabussu, não é definida por decisão própria, mas se perder de proposito. Será que o vozão fará isso?