Mesmo de origem pobre, com dificuldades de muitas coisas, esse
homem revolucionou sua época.
Seu pai um mero
homem do campo, Lincoln seu filho, um jovem cheio de ideais, movido pela
declaração dos direitos individuais contidos na constituição (da independência
americana).
Um autodidata,
que sofria certo preconceito por suas origens, mas que conseguia reverter tudo
com seus ideais. Logo que pôde, entrou para política, com seus discursos
inflamados, mexia com os sentimentos de uma nação. Por isso não tardou a
assumir a presidência da República pelo recém formado Partido Republicano, com
ex-membros dos vikings, democratas. Durante seu mandato, lutou como nunca para
a unificação dos EUA.

Os nortistas queriam a libertação dos escravos, enquanto os
estados do Sul lutavam para permanecer como estavam. Então resolveram se
separar do Norte e criaram uma Nação nova.
A guerra era o
único caminho no momento, já que todas as pontes para o diálogo tinham sido
minadas. Abraham Lincoln, não se importava com essa disputa entre escravocratas
e abolicionistas, pois respeitava os pontos de vista de ambos. O importante
para ele é que no fim de tudo, todos se unissem em uma mesma bandeira.
No fundo ele
desejava a libertação dos escravos, pois como mestre em direito e conhecedor
das leis americanas, que inclusive diziam "que todos os homens são iguais
perante a lei". Lincoln acreditava que também os negros eram portadores
desse direito.
Ao fim da guerra
e estabelecida à unidade nacional, faltava apenas consolidar a República, desse
momento em diante.

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