Depois de meses na mídia expondo o espetáculo, que foi AP 470,
temos aqui na Revista Retrato do Brasil edição de dezembro de 2012, mostrando
como foi produzido uma farsa, isso porque as provas que sustentam a condenação
dos acusados não existiu realmente, ou seja o dinheiro do VisaNet (Banco do
Brasil), não foi desviado, mas documentos comprovam sua destinação correta
(publicidade).
Enquanto os
advogados de defesa tiveram uma hora cada um em agosto para expor
seus argumentos, o STF teve dois meses de ataque, sem, no entanto
ter provas nenhuma, porém indícios, ou seja, onde foi parar a
"presunção de inocência" que todas as pessoas têm perante a lei?
E
se baseiam na época da aprovação no Congresso da Reforma da
Previdência, que teria sido comprada com mesada aos deputados. O detalhe aqui é
que até a oposição ao Governo Lula, votou a favor da matéria e
ninguém diz ter recebido mesada.
Outro fator
interessante é que a investigação que chegou a Procuradoria da República nem
2005, nas mãos do então procurador geral Antônio Fernando de Souza, tinha nomes
ligados ao PSDB e ao mercado financeiro, foram tirados esses nomes e ficaram
apenas os do PT.
Engraçado que a
investigação do delegado Zampronha, que concluiu que José Dirceu não tinha
nenhuma ligação com formação de quadrilhas, foi desqualificada pelo
relator Joaquim Barbosa e pelo procurador, saindo dos autos do processo.
Na revista, a lista completa que a VisaNet, hoje Cielo
mandou a Receita Federal, comprovando a veracidade dos documentos:
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