Não adianta o ministro Joaquim Barbosa,
presidente do Supremo Tribunal Federal, chorar, berrar, espernear, pois caiu
por terra toda a base que sustentava o Mensalão como um grupo que reunido,
tinha uma hierarquia e um chefe que ordenava ações.
O
julgamento dos embargos infringentes da AP 470 foi aceito pela corte máxima da
justiça brasileira e por 6 votos a 5, o crime de formação da quadrilha não mais
existe.
Na prática, muda pouca coisa, pois a
maioria dos condenados continuou com o regime fechado, como no caso: Marcos
Valério. Mas para os petistas, a ação resultou na confirmação do semiaberto
para Delúbio Soares e José Dirceu.
Outra
coisa que muda é o tratamento que a imprensa brasileira deve ter com o caso.
Pois não cabe mais tratar nas reportagens sobre o assunto, como
"quadrilha", "petralhas". Tá na hora de tratar aos réus com
mais respeito para não cair num grau de manipulação midiático corrente e
declaradamente anti-governista.

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