A overdose de Neymar fora da Copa já esta deixando
as pessoas com certo cansaço do tema. A gente até para pra pensar se isso ai
não seria um trabalho de assessoria de imprensa do jogador para que sua cotação
suba mais na mídia.
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| Felipão mostra para Willian onde quer que o meia entre na equipe (Foto: Gaspar Nóbrega/VIPCOMM) |
O certo mesmo é que essa página
já deve ser virada, e as alterações de Luis Felipe Scolari para o jogo desta
terça-feira (08/07) do Brasil x Alemanha já foi testadas em treino hoje pela
manhã na Granja Comary em Teresópolis.
O treinador colocou
o time com três volantes: Fernandinho, Paulinho e Ramires, com liberdade para
Daniel Alves que volta a equipe na lateral direita. Durante o treinamento
Willian entrou no lugar de Paulinho, Maicon no de Daniel Alves e Bernard
substituiu Oscar. Fora a já esperada entrada de Dante no posto de Thiago Silva
suspenso.
O que se espera de
um time que perdeu um pouco da sua criatividade com a saída de Neymar? Fechar e
esperar o erro do adversário para partir para o contra ataque? Ou ir mais
ofensivo e buscar logo fazer um gol para depois se fechar?
As armas do técnico
Joachim Low podem ser justamente pela lateral, com Ozil e Lahn, apesar de os
dois jogarem como volante. Thomas Muller apesar de não ser centroavante fixo,
sempre está bem posicionado vindo de trás e Schweinsteiger ligando a defesa ao
ataque.
De favorito Brasil
passa à coadjuvante, pois a Alemanha tem jogadores experientes apesar de jovens
e vem de quatro semifinais consecutivas.
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| Alemães comemoram o gol de Schürrle, que abriu caminho para a classificação (Foto: EFE) |
Ao nosso
selecionado, a motivação das arquibancadas e dos próprios jogadores que querem
provar que podem vencer sem a Neymar-dependência. E tem capacidade para isso, com tanto
que a escalação seja correta e eles tenham liberdade para mostrar seu futebol.
Sessenta e quatro
anos de história passam em 90 minutos de jogo em Belo Horizonte (MG), ganhar e
manter o sonho de uma nação que superou o complexo de vira latas, mas ainda
vive o drama do Maracanaço. Vou além tem torcedor que trocaria uns cinco
títulos que ganhamos por dois êxitos no Maracanã em 1950 e 2014.


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