Uma história de dor
e sofrimento para torcida tricolor mais uma vez foi determinada por apenas um
jogo e uma torcida que lotou a Arena Castelão, para torcer por uma subida do
Leão para Série B em 2015 sai triste e destrói parte do estádio.
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| Foto: Natinho Rodrigues (Diário do Nordeste) |
A verdade é que a
fórmula de disputa da Série C, não premia a melhor equipe e deixa a decisão
para dois jogos, como se a disputa valesse uma vaga na final da Copa do Brasil.
Foram mais de 60 mil torcedores que juntos fizeram um lindo mosaico e deixaram
a capital alencarina mais bonita na tarde do último sábado (25/11).
A derrota não foi
por causa da falta de planejamento da diretoria e nem da incapacidade do
treinador Marcelo Chamusca, mas por falha e nervosismo dos próprios jogadores.
A culpa nem mesmo foi desse último jogo em que as duas equipes empataram em 1 x
1.
O erro foi o
Fortaleza ter ficado no 0 x 0 contra o Macaé no Rio de Janeiro e por isso mais
vulnerável em casa. Fora
o peso de outros anos de insucessos na competição, como em 2010, ainda na
primeira fase um empate com o Águia de Marabá e o tricolor do Pici deixaria o
campeonato invicto, porém somando apenas duas vitórias e seis empates.
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| Foto: Natinho Rodrigues (Diário do Nordeste) |
No ano seguinte um
vexame em campo, o Fortaleza brigando para não cair para Série D e foi por
pouco, o Campinense vencia o Guarany de Sobral e o Fortaleza ganhava de 2 x 0
do CRB. O time alagoano teve dois jogadores expulsos. E ainda houve a acusação
contra o clube cearense de ter sido favorecido pelo time de Alagoas.
Em 2012, com um
público recorde de mais de 20 mil pessoas no Estádio Presidente Vargas após sua
reinauguração, o Fortaleza caiu diante do Oeste por 3 x 1 no jogo de volta, que
valia uma vaga no acesso.
O Fortaleza em 2013
tinha o rei do acesso, como treinador, Luiz Carlos Martins e dessa maneira
entrou em campo contra o Sampaio Correa dependendo de outros resultados e a
necessidade da vitória para ainda sonhar com a classificação para as
quarta-de-finais do Campeonato Brasileiro da Série C.
Mas no banco de
reservas do lado maranhense estava o técnico Flavio Araujo e quis o destino que
o ex-treinador tricolor e o ex-jogador do Ceará Sporting Club, Arlindo Maracanã
fosse o algoz da eliminação em pleno Castelão vermelho, azul e branco.
Não existe uma explicação comum para essa
situação do clube cearense. Santa Cruz já passou recentemente por esse suplicio
e hoje Remo vive situação parecida na Série D.
O futebol cearense
depende do bem estar dos seus clubes, não basta Ceará subir para Série A, ou o
Icasa permanecer na B, porém é necessário o Leão também está forte para que o
nosso Estado fique bem na fita. Rivalidade no Clássico Rei é até natural, mas
fora isso os dois deveriam estar unidos para o bem do nosso futebol local.


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