Breve comentário sobre o filme brasileiro de drama com atuação de
Fábio Porchat
Agora a poucos
dias pude ver o filme Entre
Abelhas dirigido por Ian SBF
e que tem como protagonista Bruno (interpretado por Fábio Porchat). O comediante e
ator também assina o roteiro desse drama.
![]() |
| Bruno apaga a parte ruim da vida |
Quando resolvi ver a película foi apenas com a curiosidade de
conhecer como se comportaria, um ator que faz a gente rir todos os dias com
suas atuações no filme e peça Meu Passado me Condena e também no programa Tudo
pela Audiência. Além das suas aparições em stand comedy pelo Brasil a
fora.
Mas quando
comecei a ver o desenrolar do personagem principal que é editor de vídeos e começa
a sofrer de um distúrbio que apaga as pessoas da sua vida, entrei de fato na
estória. Que se não é um clássico de dramaticidade ao pé da letra, trás uma
reflexão sobre o que a gente realmente dar importância as nossas vidas e quem
escolhemos para nela viver.
Muitos instantes
da nossa vida ficamos como Bruno olhando para um vazio qualquer sem saber o
porquê do que acontece conosco. Vivemos nesse mundo tão cheio de pessoas ruins
e que é más intencionadas friamente, que acabamos sendo solitários com nosso
próprio mundo particular, ou fingimos que gostamos das mesmas coisas que “eles”
gostam para não ficarmos de fora.
Já ouvi em algum
lugar, ou estou tirando isso da minha cabeça agora. Que para a gente não ser
“alvo” das invejas, dos maus olhados e das perseguições dos outros deveríamos
se misturar e rir só para que pensassem que temos os mesmos gostos.
Na maioria das
vezes eu me afasto e busco focar nos meus projetos, mas aí as pessoas em volta
percebem e tentam me minar de alguma forma. O personagem está tão diferenciado
no “seu mundo”, que acaba perdendo tato com os outros habitantes da sua cidade.
A crítica e a
opinião pública em comum sempre tentam qualificar os filmes brasileiros, como
violentos, de sacanagem, ou de humor e esquecem que existem outras vertentes
interessantes. Acho que lá fora ainda não reconheceram com a devida honra
nossos filmes.
Já vi Madame
Satã, Bicho de Sete Cabeças faz bastante tempo e esteticamente falando são
produções de baixíssimo custo e elevada qualidade. Claro que quando você liga
sua TV na internet e quer ver no Netflix, um filme só mesmo para reproduzir o
cotidiano e se depara com Bloodline aí vemos que independe do canal, mas
sim da idéia que pode contagiar as pessoas de bom gosto.

Nenhum comentário:
Postar um comentário