Olhar a tela em branco e voltar sempre ao mesmo ofício de
escrever é gratificante. Um ano de 2016 de perdas de “amigos” e de perseguições
da justiça a política é meio complicado de engolir. Além é claro da crise econômica.
Olho para o papel da profissão que escolhi. Servir a comunidade através do
jornalismo e vejo como vivemos num mundo em que poucas pessoas realmente
entendem o que está por trás do que ela vive.
Escrever é
participar da “sociedade” de qual acreditamos. O egoísmo é uma fagulha apenas
de um imenso mar de decisões equivocadas que cada um de nós acaba tomando
durante nossa passagem aqui pela terra.
Acabei de ver
aquelas imagens das duas barragens de rompendo em Mariana (MG) e levando quase
todas as casas num mar de lama. Alguém comentou em um blog ou site desses
espalhados que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) era o responsável por autorizar
que elas funcionassem há alguns anos atrás e olha no que deu agora a tragédia.
E a notícia que repercute
hoje dentro do O Globo sobre o colunista (ex-Veja) e hoje da Globo Lauro Jardim
havia errado ao publicar que o Baiano tinha dito que teria dado R$ 2 milhões a
Fábio Luis, filho do Lula. É uma grave denuncia da incompetência de que vive
nos dias atuais um jornalismo, mas ligado com o sensacionalismo e a
criminalização, do que do critério de noticiabilidade e observação das práticas
de isenção e apuração coerentes com essa prática de uma profissão que tem o
dever de informar e esclarecer as pessoas e não abusa da inteligência do
cidadão.
Hoje é domingo e
não devemos esquecer-nos disso antes de nos dirigirmos ao culto, à missa, ou
mesmo a praia. Dia de família e de cultivarmos o fruto do trabalho e do suor de
todos os dias. Falei.
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