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Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de
futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais
curiosidades do futebol cearense.
Hoje vamos contar a trajetória do último título do Ferrão
em 1995.
Com o
artilheiro da competição com, 26 gols de Robério, o Tubarão da Barra chegaria
ao seu nono título e o segundo consecutivo do Campeonato Cearense, na edição de
81° da história, com 12 equipes em disputa pela conquista. Depois de perder o
primeiro turno para o Icasa, a equipe comandada, pelo treinador Ramon Ramos,
que também fora jogador do próprio Ferroviário em 1984, quando marcou 18 gols,
em 27 partidas, a equipe da Barra venceu o segundo turno, 2 x 0 em cima do
Itapipoca e 1 x 0 sobre o Fortaleza.
Com 105
pontos, com 95 gols a favor e somente 35 gols contra, com 32 jogadores que
vestiram a camisa do Tubarão em 1995. Final contra o Icasa foi no dia 10
dezembro de 1995, para um público de 7622 pagantes. Paulo Adriano, capitão da
equipe campeã desse ano e que levantou o troféu, jogou 293 partidas com a
camisa coral e marcou 7 gols, em dez temporadas. O volante depois da carreira
virou comerciante de coco, num estabelecimento comercial na Rua Padre Mororó,
ao lado do DNOCS.
Na
partida que terminou 0 x 0 e deu o bicampeonato ao Ferroviário, as duas equipes
formaram com, a equipe coral jogou com Jorge Luiz, Biriba (Nasa), Santos,
Batista e João Marcelo, Ricardo Lima, Paulo Adriano, Acássio e Hilton
(Esquerdinha), Robério (Piti) e Reginaldo.
O verdão
do Cariri se apresentou com Banana, Silvio Cézar, Arimatéia, João Neto e Zim,
Bonato, Rômulo, Marco Antônio e Cristovão (Vivi), Aloísio e Silas (Niltinho)
técnico: Sebastião Silva.
O
Ferroviário dois anos antes tinha sofrido uma goleada de 9 x 1 para o Ceará, no
dia seguinte Clóvis Dias assumiu a presidência do clube e fez uma reformulação
geral. Clóvis tinha sucedido Edilson Sampaio e ficou na direção coral de 1993 a
1997. Após sua saída de acordo com o
historiador, Airton de Farias, a equipe entrou em derrocada: “O Clóvis ficou
muito em evidencia após a conquista do bicampeonato. Ele formava times bons e
baratos e se tornou muito influente. Isso gerou ciumeira nos outros cartolas da
equipe, que não concordavam com o estilo da gestão dele”.
Narração e edição: Carlinhos Alves, abraço Jota Lacerda,
falange coral e nação do Ferroviário espalhada pelo Brasil e pelo mundo.
Fonte:
Tribuna do Ceará: http://tribunadoceara.uol.com.br/blogs/apita-o-arbitro/futebol/ha-exatos-20-anos-protagonistas-do-bi-relembram-o-ultimo-titulo-do-ferroviario/
Almanaque do Ferrão: https://almanaquedoferrao.net/2015/12/09/por-onde-anda-o-capitao-do-historico-bicampeonato/
O Curioso do Futebol: http://www.ocuriosodofutebol.com.br/2015/12/20-anos-do-bicampeonato-cearense-do.html

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