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sábado, 14 de outubro de 2017

7 vitórias da seleção brasileira em solo cearense


       Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.

           

       Hoje vamos resgatar as sete vitórias da seleção brasileira na Arena Castelão em Fortaleza, foram jogos amistosos, Copa das Confederações, Copa do Mundo e Eliminatórias da Copa. A cidade sempre foi pé quente para o esquadrão canarinho.
       Era noite de 27 de agosto de 1980, não existia ainda Youtube, nem estava expandido ainda a TV a Cabo, o bom era ouvir as partidas no rádio, ou ir ao Estádio, foi o que 118.496 pagantes fizeram ao irem a Arena Castelão (na época com o nome ainda de Estádio Plácido Castelo), o Brasil entraria em campo com Carlos, Getúlio, Oscar, Luizinho e Júnior, Batista, Pita (Paulo Isidoro) e Renato, Tita, Sócrates (Baltazar) e Zé Sérgio. O técnico era Tele Santana. O Uruguai era formado por Rodolfo Rodriguez, José Hermes (José Anibal), Walter Oliveira, Hugo de Leôn, Victor Diogo, José Barrios, Nelson Agresta (Ariel Krasowski) e Eduardo de La Peña (Arcenio Luzardo), Ernesto Vargas, Valdemar Victorino e Venancio Ramos, técnico: Gastón Roque Máspoli. O único gol do jogo foi de Getúlio aos 30 minutos do segundo tempo.
            

            Em 10 de maio de 1989, o Brasil voltava a pisar o solo alencarino, para mais um amistoso dessa vez contra o Peru, em preparação a Copa América que seria vencida pela seleção brasileira, naquela final contra o Uruguai no Maracanã com show de Romário. A seleção canarinha comandada por Sebastião Lazaroni, entrou em campo diante de 72.426 pagantes, com Acácio, Jorginho, Marcelo Djian (Mauro Galvão), André Cruz, Mazinho, Zè do Carmo (Cristovão), Bismarck e Bobo (Zé Carlos), Bebeto, Charles Baiano (Vivinho) e Zinho (Edu Manga). Já o Peru dirigido pelo ex-ponta do Santos e da seleção do Brasil era formado por Cézar Chavez, Leonardo Rojas, José Del Solar, Pedro Requenã, Vidales (Talavera), José Carranza, Luis Alberto Reyna (Ramirez) e Javier Chirinos (Rodriguez), Cervera (Balazar), Eduardo Muñoz (Falcon) e Carlos Torres. Aos 9 minutos do primeiro tempo Zé do Carmo abriu o placar, Bebeto, aos 22 ampliou, já no segundo tempo aos 9 minutos Charles Baiano fez 3 x 0, aos 17 Carlos Torres descontou para os peruanos e novamente Charles Baiano aos 36, deus números finais a partida, Brasil 4 x 1 Peru.
           
            Era uma quarta-feira, 26 de fevereiro de 1992, depois da novela começava mais um capitulo da história de amor entre a seleção brasileira e o Estádio Castelão. O consagrado arbitro cearense Luiz Vieira Vilanova apitou a partida. O técnico Carlos Alberto Parreira estava preparando a equipe para as Eliminatórias e para o futuro Tetra campeonato escalada com Carlos, Luis Carlos Winck (Cafu), Antônio Carlos, Ronaldão (Torres) e Roberto Carlos, César Sampaio (Mano), Luis Henrique e Rai, Bebeto (Valdeir), Muller (Evair) e Elivélton. Os norte-americanos treinados por Velibor “Bora” Milutinovic, foram a campo com Tony Meola, Robbie Savage, Fernando Clavijo(Ibsen), Marcelo Balboa e Michalik, Bruce Murray, Quin e Chris Henderson (Acosta), Toby Ramos, Hugo Pérez (Kinnear) e Peter Vermes (Stewart), olha ai o Zago fez um gol aos 30 minutos do primeiro tempo, depois Rai duas vezes no segundo tempo fechou o placar, Brasil 3 x 0 EUA.
           

            Em 1995, eu tinha 15 anos na data do jogo do Brasil contra a Eslováquia, era um sonho de criança ver minha seleção jogar e lá foi eu, para o Estádio Castelão, ver com meus olhos a nossa canarinha, vista tantas vezes pela frieza do monitor. Como já existia a TV ao vivo, apenas 51.985 pagantes foram ver o nosso selecionado verde-amarelo, outro cearense consagrado na arbitragem apitou a partida, Dacildo Mourão. Zagalo era nosso coach, mais uma vez e mandou a campo, Taffarel, Cafu, Aldair (Ricardo Rocha), Márcio Santos, Branco (André Luiz), Leandro Ávila, Dunga, Souza (Yan), Juninho Paulista, Bebeto, Sávio (Túlio Maravilha), Josef Venglos veio com Ladislav Molnar, Dusar Tittel, Tomaz Stupala, Marian Zeman, Ivan Kozak, Julius Simon (Viliam Hyravy), Robert Tomaschek, Vladimir Weiss (Marek Ujlaky), Vladimir Kinder, Vladislav Zvara, Lubomir Luhovy (Pavol Gostic). Os gols da partida foram marcados por, Souza, Bebeto duas vezes, Túlio Maravilha e Márcio Santos. Essa equipe que venceu por 5 x o a Eslováquia seria campeã da Copa América, mais uma vez a cidade de Fortaleza daria sorte a nossa seleção brasileira de futebol.
                       Em 2013 todos já conhecem essa convulsão que foi no Brasil, às manifestações conhecidas como Jornadas da Juventude. Eu como amante do futebol já tinha comprado meu ingresso para assistir ao vivo na agora sim reformada para Copa do Mundo, Arena Castelão. Enquanto eu seguia para o Estádio eu encontrava amigos e colegas de faculdade, com suas camisas e bandeiras de protesto para fazer a manifestação contra a Copa das Confederações, e foi aquela emoção no hino brasileiro que depois de uma primeira parte tocada pelo som a segunda parte foi marcada pela capela que emocionou a todos.
        
            Um país “dividido”, mas que se uniu em alguns minutos. Eu fiquei no setor inferior atrás do gol do México. 57 mil pessoas estavam presentes foi de arrepiar. O coach no Brasil era Felipão, que mandou a campo, Júlio César, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz, Marcelo, Luiz Gustavo, Paulinho, Oscar (Hernandez), Hulk (Lucas), Neymar Jr e Fred (Jô); nosso adversário treinado por José Manuel de la Torre veio com uma equipe forte, formada por José Corona, Hiram Mier, Francisco Rodriguez, Héctor Moreno, Jorge Torres (Barrera), Carlos Salcido, Gerardo Torrado (Jimenez), Gerardo Flores (Herrera), Andrés Guardado e Giovani dos Santos e Javier Chicharito. Foi muito emocionante aquele gol do Neymar aos 9 minutos do primeiro tempo, fora da área, eu estava como disse atrás do gol Mexicano e vi de perto um golaço do ídolo do PSG. Depois no fim do jogo o gol de Jô fechou o placar. Basil 2 x 0 Mexico.
           
            A partida seguinte do Brasil, na Arena Castelão foi contra a Colômbia já na Copa do Mundo da Fifa, um dia bonito, mas também trágico com a contusão de Neymar e sua exclusão da competição, o desenrolar você já deve conhecer. Mas naquela tarde em Fortaleza, o técnico Luiz Felipe Scolari escalou Júlio César, David Luiz, Thiago Silva, Maicon, Marcelo, Oscar, Paulinho (Hernanes), Fernandinho, Hulk (Ramires), Fred, Neymar (Henrique). O técnico José Pekerman veio com Ospina, Cristian Zapata, Yepes, Zuniga, Armero, James Rodrigues, Guarin, Quadrado, Juan Quintero, Carlos Sanchez, Ibarbo, Adrian Ramos, Téo Gutierrez e Bacca. Os gols do Brasil foram dos zagueiros David Luiz e Thiago Silva, já a Colômbia marcou com James Rodriguez.
          
            Para finalizar o nosso podcast, mais uma lembrança de minha ida a Arena Castelão, no dia 13 de outubro de 2015, ver Brasil e Venezuela pelas Eliminatórias da Copa do Mundo 2018. Para quem já tinha ido a Copa do Mundo e Copa das Confederações uma partida para mim foi bem comum. Ainda era Dunga no comando e 38 mil pessoas foram ver esse jogo. A seleção veio para esse jogo com Alisson, Daniel Alves, Miranda, Marquinhos, Filipe Luis, Luis Gustavo, Elias, Oscar (Lucas Lima), Willian, Douglas Costa (Kaká) e Ricardo Oliveira (Hulk), já a Venezuela do técnico Noel Sanvicente veio ao gramado com Alain Baroja, Roberto Rosales, Oswaldo Vizcarrondo, Fernando Amorebieta, Gabriel Cichero, Tomás Rincon, Luis Manuel Seijas, Ronald Vargas (Figuera), Alejandro Guerra (Murillo), Christian Santos, Salomon Rondón. O jogo foi de 3 x 1 para o Brasil gols de Willian duas vezes e Ricardo Oliveira e para os venezuelanos, Christian Santos.
                      É claro que em jogos da seleção brasileira houveram empates e derrotas, como aquele jogo das faixas em 2002 que o Brasil perdeu de 1 x 0 para o Paraguai e o empate na Copa do Mundo de 0 x 0 contra o México, mas em geral sempre foi bom para a seleção brasileira jogar em Fortaleza.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
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