Bom dia, Boa
tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos
Alves, direto de Fortaleza
chegamos a sua casa, com o FutCearaCast.
Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de
entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.
Hoje vamos
resgatar as sete vitórias da seleção brasileira na Arena Castelão em Fortaleza,
foram jogos amistosos, Copa das Confederações, Copa do Mundo e Eliminatórias da
Copa. A cidade sempre foi pé quente para o esquadrão canarinho.
Era
noite de 27 de agosto de 1980, não existia ainda Youtube, nem estava expandido
ainda a TV a Cabo, o bom era ouvir as partidas no rádio, ou ir ao Estádio, foi
o que 118.496 pagantes fizeram ao irem a Arena Castelão (na época com o nome
ainda de Estádio Plácido Castelo), o Brasil entraria em campo com Carlos, Getúlio, Oscar, Luizinho e Júnior,
Batista, Pita (Paulo Isidoro) e Renato, Tita, Sócrates (Baltazar) e Zé Sérgio.
O técnico era Tele Santana. O Uruguai era formado por Rodolfo Rodriguez, José Hermes (José Anibal), Walter Oliveira, Hugo de
Leôn, Victor Diogo, José Barrios, Nelson Agresta (Ariel Krasowski) e Eduardo de
La Peña (Arcenio Luzardo), Ernesto Vargas, Valdemar Victorino e Venancio Ramos,
técnico: Gastón Roque Máspoli. O único gol do jogo foi de Getúlio aos 30
minutos do segundo tempo.
Em 10 de
maio de 1989, o Brasil voltava a pisar o solo alencarino, para mais um amistoso
dessa vez contra o Peru, em preparação a Copa América que seria vencida pela
seleção brasileira, naquela final contra o Uruguai no Maracanã com show de
Romário. A seleção canarinha comandada por Sebastião Lazaroni, entrou em campo
diante de 72.426 pagantes, com Acácio,
Jorginho, Marcelo Djian (Mauro Galvão), André Cruz, Mazinho, Zè do Carmo
(Cristovão), Bismarck e Bobo (Zé Carlos), Bebeto, Charles Baiano (Vivinho) e
Zinho (Edu Manga). Já o Peru dirigido pelo ex-ponta do Santos e da seleção
do Brasil era formado por Cézar Chavez,
Leonardo Rojas, José Del Solar, Pedro Requenã, Vidales (Talavera), José Carranza,
Luis Alberto Reyna (Ramirez) e Javier Chirinos (Rodriguez), Cervera (Balazar),
Eduardo Muñoz (Falcon) e Carlos Torres. Aos 9 minutos do primeiro tempo Zé
do Carmo abriu o placar, Bebeto, aos 22 ampliou, já no segundo tempo aos 9
minutos Charles Baiano fez 3 x 0, aos 17 Carlos Torres descontou para os
peruanos e novamente Charles Baiano aos 36, deus números finais a partida,
Brasil 4 x 1 Peru.
Era uma
quarta-feira, 26 de fevereiro de 1992, depois da novela começava mais um
capitulo da história de amor entre a seleção brasileira e o Estádio Castelão. O
consagrado arbitro cearense Luiz Vieira Vilanova apitou a partida. O técnico
Carlos Alberto Parreira estava preparando a equipe para as Eliminatórias e para
o futuro Tetra campeonato escalada com Carlos,
Luis Carlos Winck (Cafu), Antônio Carlos, Ronaldão (Torres) e Roberto Carlos,
César Sampaio (Mano), Luis Henrique e Rai, Bebeto (Valdeir), Muller (Evair) e
Elivélton. Os norte-americanos treinados por Velibor “Bora” Milutinovic,
foram a campo com Tony Meola, Robbie
Savage, Fernando Clavijo(Ibsen), Marcelo Balboa e Michalik, Bruce Murray, Quin
e Chris Henderson (Acosta), Toby Ramos, Hugo Pérez (Kinnear) e Peter Vermes
(Stewart), olha ai o Zago fez um gol aos 30 minutos do primeiro tempo,
depois Rai duas vezes no segundo tempo fechou o placar, Brasil 3 x 0 EUA.
Em 1995,
eu tinha 15 anos na data do jogo do Brasil contra a Eslováquia, era um sonho de
criança ver minha seleção jogar e lá foi eu, para o Estádio Castelão, ver com
meus olhos a nossa canarinha, vista tantas vezes pela frieza do monitor. Como
já existia a TV ao vivo, apenas 51.985 pagantes foram ver o nosso selecionado
verde-amarelo, outro cearense consagrado na arbitragem apitou a partida,
Dacildo Mourão. Zagalo era nosso coach, mais uma vez e mandou a campo, Taffarel, Cafu, Aldair (Ricardo Rocha),
Márcio Santos, Branco (André Luiz), Leandro Ávila, Dunga, Souza (Yan), Juninho
Paulista, Bebeto, Sávio (Túlio Maravilha), Josef Venglos veio com Ladislav Molnar, Dusar Tittel, Tomaz
Stupala, Marian Zeman, Ivan Kozak, Julius Simon (Viliam Hyravy), Robert
Tomaschek, Vladimir Weiss (Marek Ujlaky), Vladimir Kinder, Vladislav Zvara,
Lubomir Luhovy (Pavol Gostic). Os gols da partida foram marcados por,
Souza, Bebeto duas vezes, Túlio Maravilha e Márcio Santos. Essa equipe que
venceu por 5 x o a Eslováquia seria campeã da Copa América, mais uma vez a
cidade de Fortaleza daria sorte a nossa seleção brasileira de futebol.
Em 2013
todos já conhecem essa convulsão que foi no Brasil, às manifestações conhecidas
como Jornadas da Juventude. Eu como
amante do futebol já tinha comprado meu ingresso para assistir ao vivo na agora
sim reformada para Copa do Mundo, Arena Castelão. Enquanto eu seguia para o
Estádio eu encontrava amigos e colegas de faculdade, com suas camisas e
bandeiras de protesto para fazer a manifestação contra a Copa das
Confederações, e foi aquela emoção no hino brasileiro que depois de uma
primeira parte tocada pelo som a segunda parte foi marcada pela capela que
emocionou a todos.
Um país
“dividido”, mas que se uniu em alguns minutos. Eu fiquei no setor inferior
atrás do gol do México. 57 mil pessoas estavam presentes foi de arrepiar. O
coach no Brasil era Felipão, que mandou a campo, Júlio César, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz, Marcelo, Luiz
Gustavo, Paulinho, Oscar (Hernandez), Hulk (Lucas), Neymar Jr e Fred (Jô);
nosso adversário treinado por José Manuel de la Torre veio com uma equipe
forte, formada por José Corona, Hiram
Mier, Francisco Rodriguez, Héctor Moreno, Jorge Torres (Barrera), Carlos
Salcido, Gerardo Torrado (Jimenez), Gerardo Flores (Herrera), Andrés Guardado e
Giovani dos Santos e Javier Chicharito. Foi muito emocionante aquele gol do
Neymar aos 9 minutos do primeiro tempo, fora da área, eu estava como disse
atrás do gol Mexicano e vi de perto um golaço do ídolo do PSG. Depois no fim do
jogo o gol de Jô fechou o placar. Basil 2 x 0 Mexico.
A
partida seguinte do Brasil, na Arena Castelão foi contra a Colômbia já na Copa
do Mundo da Fifa, um dia bonito, mas também trágico com a contusão de Neymar e
sua exclusão da competição, o desenrolar você já deve conhecer. Mas naquela
tarde em Fortaleza, o técnico Luiz Felipe Scolari escalou Júlio César, David Luiz, Thiago Silva, Maicon, Marcelo, Oscar,
Paulinho (Hernanes), Fernandinho, Hulk (Ramires), Fred, Neymar (Henrique).
O técnico José Pekerman veio com Ospina,
Cristian Zapata, Yepes, Zuniga, Armero, James Rodrigues, Guarin, Quadrado, Juan
Quintero, Carlos Sanchez, Ibarbo, Adrian Ramos, Téo Gutierrez e Bacca. Os
gols do Brasil foram dos zagueiros David Luiz e Thiago Silva, já a Colômbia
marcou com James Rodriguez.
Para
finalizar o nosso podcast, mais uma lembrança de minha ida a Arena Castelão, no
dia 13 de outubro de 2015, ver Brasil e Venezuela pelas Eliminatórias da Copa
do Mundo 2018. Para quem já tinha ido a Copa do Mundo e Copa das Confederações
uma partida para mim foi bem comum. Ainda era Dunga no comando e 38 mil pessoas
foram ver esse jogo. A seleção veio para esse jogo com Alisson, Daniel Alves, Miranda, Marquinhos, Filipe Luis, Luis Gustavo,
Elias, Oscar (Lucas Lima), Willian, Douglas Costa (Kaká) e Ricardo Oliveira
(Hulk), já a Venezuela do técnico Noel Sanvicente veio ao gramado com Alain Baroja, Roberto Rosales, Oswaldo
Vizcarrondo, Fernando Amorebieta, Gabriel Cichero, Tomás Rincon, Luis Manuel
Seijas, Ronald Vargas (Figuera), Alejandro Guerra (Murillo), Christian Santos,
Salomon Rondón. O jogo foi de 3 x 1 para o Brasil gols de Willian duas
vezes e Ricardo Oliveira e para os venezuelanos, Christian Santos.
É claro
que em jogos da seleção brasileira houveram empates e derrotas, como aquele
jogo das faixas em 2002 que o Brasil perdeu de 1 x 0 para o Paraguai e o empate
na Copa do Mundo de 0 x 0 contra o México, mas em geral sempre foi bom para a
seleção brasileira jogar em Fortaleza.
Narração
e edição: Carlinhos Alves, agradecimento
a sua audiência e sua sintonia, abraço.
Fonte:


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