Depende de quem vê a história, quem conta a história. Do lado dos membros do Ministério Público e dos juízes que julgam na Operação Lava Jato eles estão combatendo a corrupção e desbaratando "quadrilhas" que se locupletavam do poder. Por outro lado, uma parcela dos que estão sendo condenados se acham injustiçados por uma seletividade jurídica já mais vista na história. Membros do Partidos dos Trabalhadores em especial se vêem como alvos de um sistema que seleciona suas vitimas.
A força Tarefa da Lava Jato na verdade não desarticulou um crime que estava no poder. Pois antes dessa operação, o caso Banestado que envolvia figuras do PSDB e as contas CC5 com desvios estimados em 123 bilhões de reais na mesma 13° vara de Curitiba, não resultou em nenhuma prisão de figurões tucanos, pelo contrário, só foram mesmo detidos e depois soltos, os laranjas.
As prisões preventivas da Lava Jato, conduções coercitivas, quebra de sigilo telefônico de presidente da república, vazamento seletivo de prisões para a imprensa. Muitos políticos corruptos com contas na Suíça e com comprovação de cometimento de crimes foram presos, mas o retorno e a recuperação de dinheiros desviado foi pouco em relação, a quebra da industria naval, da construção civil, o desemprego que assolou o país, depois que a operação se intensificou.
Informações de que gente foi "torturada", para delatar se espalhou pelas redes sociais. Um caso talvez conhecido e que foi citado no livro Contra a Lava Jato, de Adel El Tasse foi a prisão de Mônica Moura que ficou quatro meses ao lado de criminosas de alta periculosidade, além de passar os 30 primeiros dias incomunicável, numa cela de 2 metros, onde nas primeiras 48 horas ficou sem luz e o colchão machucou a costela dela, segundo informações do Jornal Estado de São Paulo. Assim ela fez o acordo de delação premiada, citando Lula e Dilma para se livrar da tortura que fora submetida.
Tudo isso com o objetivo de delatar Lula. O nome de Lula era moeda de troca, segundo diziam advogados. A colunista Mônica Bérgamo disse em outubro de 2016, que a Lava Jato recusou a delação do ex-diretor da Odebrechet Alexandrino Alencar, porque ele não citou o ex-presidente.
Jogar com a opinião publicada é uma das armas dessa operação tupiniquim, que quer se comparar com a Mani Puliti da Itália, mas pode está mais parecida com o Macartismo dos EUA, que durou de 1950 e 1957 e buscava combater comunistas, na "segunda ameaça vermelha". O senador republicano Josefh McCarthy, usava acusações pouco fundamentadas e ataques demagógicos ao caráter. Nesse período, muita gente, entre eles sindicalistas, funcionários públicos, trabalhadores da indústria do entretenimento eram acusados de comunistas ou simpatizantes, mesmo com evidências inconclusivas e questionáveis, que fizeram parte dessas pessoas perder o emprego e ter a carreira destruída.
A caça as bruxas do Macartismo com a listre negra de Hollywood, com a ajuda do comitê de atividades antiamericanas e o FBI de Edgar Hoover.
No Brasil, a justificativa é o combate a corrupção com as bençãos de Deus, mas no fundo se ver uma seleção de quem é culpado e depois se busca o crime. No caso de Lula, ele foi condenado, antes pelo Power Point do Dalagnol, que jogou com a opinião publicada, mais uma vez. Depois veio as acusações do Triplex do Guarujá, que o MTST, foi lá ocupou e mostrou que não havia elevador privativo pelo qual o ex-presidente teria sido beneficiado com propina pela OAS, e surge ai uma dúvida sobre as notas frias (falsas) que segundo Revista Fórum, no texto "Sobre Ratos e Homens" de Marcos César Danhoni Neves, seriam de Curitiba (PR) e no blog Esquilo Político onde diz que Moro sabia das notas falsas e que Lula foi condenado mesmo com duas auditorias o inocentando.
O combate a corrupção deve dar oportunidade das pessoas se defenderem e julgadas por um juiz natural, que no caso do Lula, não é o Moro, já que as acusações contra o ex-presidente se encontram em São Paulo e o STF decidiu nessa semana que os casos do sitio de Atibaia, da doação do terreno do Instituto Lula e das palestras, não teriam relação com a Petrobrás e não estariam sobra a alçada da 13° vara de Curitiba, mas o juiz de primeira instância quis peitar o Supremo, além do procurador Carlos Santos que pode ser processado por declarações contra a Suprema Corte brasileira.
A força Tarefa da Lava Jato na verdade não desarticulou um crime que estava no poder. Pois antes dessa operação, o caso Banestado que envolvia figuras do PSDB e as contas CC5 com desvios estimados em 123 bilhões de reais na mesma 13° vara de Curitiba, não resultou em nenhuma prisão de figurões tucanos, pelo contrário, só foram mesmo detidos e depois soltos, os laranjas.
As prisões preventivas da Lava Jato, conduções coercitivas, quebra de sigilo telefônico de presidente da república, vazamento seletivo de prisões para a imprensa. Muitos políticos corruptos com contas na Suíça e com comprovação de cometimento de crimes foram presos, mas o retorno e a recuperação de dinheiros desviado foi pouco em relação, a quebra da industria naval, da construção civil, o desemprego que assolou o país, depois que a operação se intensificou.
Informações de que gente foi "torturada", para delatar se espalhou pelas redes sociais. Um caso talvez conhecido e que foi citado no livro Contra a Lava Jato, de Adel El Tasse foi a prisão de Mônica Moura que ficou quatro meses ao lado de criminosas de alta periculosidade, além de passar os 30 primeiros dias incomunicável, numa cela de 2 metros, onde nas primeiras 48 horas ficou sem luz e o colchão machucou a costela dela, segundo informações do Jornal Estado de São Paulo. Assim ela fez o acordo de delação premiada, citando Lula e Dilma para se livrar da tortura que fora submetida.
Tudo isso com o objetivo de delatar Lula. O nome de Lula era moeda de troca, segundo diziam advogados. A colunista Mônica Bérgamo disse em outubro de 2016, que a Lava Jato recusou a delação do ex-diretor da Odebrechet Alexandrino Alencar, porque ele não citou o ex-presidente.
Jogar com a opinião publicada é uma das armas dessa operação tupiniquim, que quer se comparar com a Mani Puliti da Itália, mas pode está mais parecida com o Macartismo dos EUA, que durou de 1950 e 1957 e buscava combater comunistas, na "segunda ameaça vermelha". O senador republicano Josefh McCarthy, usava acusações pouco fundamentadas e ataques demagógicos ao caráter. Nesse período, muita gente, entre eles sindicalistas, funcionários públicos, trabalhadores da indústria do entretenimento eram acusados de comunistas ou simpatizantes, mesmo com evidências inconclusivas e questionáveis, que fizeram parte dessas pessoas perder o emprego e ter a carreira destruída.
A caça as bruxas do Macartismo com a listre negra de Hollywood, com a ajuda do comitê de atividades antiamericanas e o FBI de Edgar Hoover.
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| Josefh MacCarthy |
No Brasil, a justificativa é o combate a corrupção com as bençãos de Deus, mas no fundo se ver uma seleção de quem é culpado e depois se busca o crime. No caso de Lula, ele foi condenado, antes pelo Power Point do Dalagnol, que jogou com a opinião publicada, mais uma vez. Depois veio as acusações do Triplex do Guarujá, que o MTST, foi lá ocupou e mostrou que não havia elevador privativo pelo qual o ex-presidente teria sido beneficiado com propina pela OAS, e surge ai uma dúvida sobre as notas frias (falsas) que segundo Revista Fórum, no texto "Sobre Ratos e Homens" de Marcos César Danhoni Neves, seriam de Curitiba (PR) e no blog Esquilo Político onde diz que Moro sabia das notas falsas e que Lula foi condenado mesmo com duas auditorias o inocentando.
O combate a corrupção deve dar oportunidade das pessoas se defenderem e julgadas por um juiz natural, que no caso do Lula, não é o Moro, já que as acusações contra o ex-presidente se encontram em São Paulo e o STF decidiu nessa semana que os casos do sitio de Atibaia, da doação do terreno do Instituto Lula e das palestras, não teriam relação com a Petrobrás e não estariam sobra a alçada da 13° vara de Curitiba, mas o juiz de primeira instância quis peitar o Supremo, além do procurador Carlos Santos que pode ser processado por declarações contra a Suprema Corte brasileira.




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