
O pano de fundo para mais uma estória fascinante de A. C é Jerusalém
com seus lugares sagrados e históricos. Como em A casa do Pastor, a autora reúne
em um mesmo local várias personagens que fazem da trama um rico local de
especulações.
Primeiro a
família Boynton, que reunida em torno de uma matriarca controladora, estava em
excursão juntos.
Por coincidência
no mesmo Hotel Solomon, estava também Sarah King recém formada em medicina, Dr.
Gerard psicólogo, Lady Westholme grande mulher influente política e Hércules
Poirot renomado investigador.
Por algum acaso
típico de estórias assim, alguns personagens se encontram, como no caso de
Sarah e Raymond Boynton, fazem amizades e suas vidas se identificam. Como no
outro livro da mesma autora, uma frase inicial prende a atenção do leitor. Um
personagem falava, de como desejaria a morte de tal pessoa, no caso desses em
especial era, da Sra Boyton.
A autora que não se aprofunda muito nas
emoções dos personagens, a não ser superficialmente, leva esse romance
policial, através de diálogos em torno da família Boynton e de como são
submissos a sua mãe. No caso eram Lenox e sua esposa, Ginevra, Carol, Raymond,
Nadine, que mais sofriam sua influência.

A Sra Boynton que herdara uma fortuna de seu marido, que fora ex-
governante, se via como ex- carcereira, que tinha que ter tudo sobre controle e
sufocava os seus parentes (filhos e enteados). Ela não queria que ninguém se
aproximasse deles.
Quando vão a
Petra, coincidentemente local que os demais personagens vão. Acontece a morte,
no momento único em que ela manda que os seus filhos vão passear. Até aí não se
achava que havia ocorrido assassinato, pois como era a velha doente do coração
poderia ter tido um ataque fulminante.

Porém com suspeitas do Coronel Carbury e do Dr. Gerard, e empenho
de Hércules Poirot, só poderia mesmo através da simples conversa com as pessoas
que estavam próximas na viagem para descobrir que o verdadeiro criminoso era
alguém que ninguém suspeitara.
Uma surpresa
emocionante e que faz que do começo ao fim que fiquemos os leitores, com os
olhos abertos e atentos, fazendo várias insinuações, um verdadeiro aprendizado
de que nos pequenos detalhes podem está a solução para a investigação.
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