Como
o titulo do livro de Silva Plath, essa famosa escritora americana que se matou
com gás de cozinha, por sentir muito dor ao não ter mais o seu amor, Ted Hughes
também escritor e inglês ao seu lado na jornada da vida.

Por isso vejo como a
sociedade, as pessoas, estão vivendo como que hipnotizadas, levando a vida como
se não importasse o dia de amanhã e estão buscando apenas cumprir o seu papel
de "cidadãos". Acho até natural e importante sermos prudentes e
buscarmos seguir nosso papel social a qual nos identificamos.
Só que não
adianta você querer camuflar e fugir, pois um dia você vai precisa de pelo
menos alguma coisa parecida com a loucura de uma vida sem regras, de diversão,
orgias, de fugir do seu controle um pouco. Por mais que tenhamos nossos papéis
sociais bem delimitados, no fundo queremos ousar um pouco.
Você pode viver
essa fase de loucura na adolescência e se juntar a sua tribo, para curtir a
vida adoidada, ou mais tarde no meio de um curso de faculdade ao qual você está
achando um saco e vêm aquelas perguntas: Por que eu existo? Pra que isso?
Muitos largam
carreiras "prósperas" e pegam sua mochila e vão atrás do sonho de
encontrar o verdadeiro sentido pra vida; como fez Che Guevarra ao deixar o seu
país a Argentina e ir em busca de um horizonte e quando encontrou em dá sua
vida pelas pessoas que não conhecia o objetivo central..
Existem
outros, que não conseguem deixar a loucura e "morrem pela boca", como
a genial Janis Joplin, Elis Regina e tantos que nos deixaram tão cedo. Se
fossemos enumerar os loucos em manicômios que estão lá pela incompreensão
humana, nos sentiríamos todos culpados pelo mal que fazemos as pessoas por não
ama-lás de verdade.
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