Vivemos nos países de língua portuguesa um verdadeiro
questionamento, sobre como usar adequadamente as palavras em uma forma que
melhor seja compreendida pelos usuários da mesma. O novo acordo ortográfico vem
deixar mais simples a grafia, tirando dela acentos desnecessários, hífens
inadequados, fazendo as mudanças coerentes para uma melhor compreensão de
todos.
Algumas palavras,
já mudaram há muito tempo, como no caso de ”Farmácia”, que antes era escrito
“Pharmácia”, tendo o “Ph” som de “F”. Temos outros exemplos de mudanças antigas
que ainda hoje permanecem como a palavra “atrás” antes terminada em “z” que com
o acréscimo de acento agudo no “a” e a substituição de “z” por “s”, ganhou o
mesmo som com o aperfeiçoamento da grafia.

Vemos outros exemplos de palavras que se modificaram porque o som
mudo das palavras foi deixando com que elas deixassem de ter importância, como
nas palavras: “projeto” e “saírem”, onde o “c” da primeira palavra e o “h” da
segunda foram tirados para dá mais conformidade com o recurso lingüístico
adotado. Ou ainda a palavra “vai” que antes tinha “e” no final e agora têm ‘i”
projetando melhor o som vocálico.
. Já podemos também
observar na palavra “afagos” e “ele”, antes escrita “affagos” e “elle”, que com
o passar do tempo, elas foram suprimidas nas suas letras duplicadas. O melhor
foi vê que tudo aquilo que era desnecessário foi deixado de lado, dando ênfase
as coisas mais diretas e por certo objetivas. A palavra “crer”, por exemplo,
perdeu o acento no “e”, até porque, o “r” a torna mais abafada.
Não se quer
mudanças radicais na língua culta, mas o tempo, as misturas entre erudito e
popular, transformam muito o nosso modo de falar e escrever e se pode
acrescentar a isso os estrangeirismos que acabam fazendo parte da nossa
linguagem diária. Devemos está preparado para o que vêm de novo, pois o rio é
corrente para frente como a palavras seguem seu caminho livres a mudanças.
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