Depois de longos meses, os
campeonatos locais chegam ao fim. Muitos por ai dizem que seria melhor acabar
com esse tipo de competição no Brasil. Foram médias baixíssimas de
público e formulas de disputas onde a grande maioria das partidas não valia
nada.
Na última rodada desses torneios, vimos um público grande. Em
Belém, o Paysandu se sagrou campeão paraense em cima do Paragominas por 3 x 1,
diante de um público de pouco mais de 32 mil pagantes. Já em Belo Horizonte, o
Atlético MG, perdeu por 2 x 1 para o Cruzeiro, mas mesmo assim ficou com o
titulo numa Arena Mineirão com 45 mil pagantes. Já em Fortaleza Ceará 1 x 1
Guarany de Sobral, dando o titulo ao vozão com 50 mil presentes.
O desinteresse
dos torcedores é por vários motivos, seja violência, transmissão da TV, falta
de ídolos concorrência com outros esportes. O certo é que o Estadual
vai sendo deixado de lado em detrimento a competições nacionais e internacionais.
Mas não se pode
esquecer que não existem apenas 100 clubes privilegiados no Brasil que disputam
competições de alto nível, porém temos aqui mais de 10 mil times que
precisam de competições locais para sobreviver. Alias essas equipes, são
as reveladoras de jogadores, que ainda alimentam os times grandes no Brasil.
Tudo bem
poder-se-ia pegar o exemplo do Campeonato do Nordeste, que trás grandes
rivalidades regionais. Receitas boas para as equipes e ainda preserva os
estaduais com as equipes entrando numa segunda fase.
Poderia se pensar
mesmo assim, com a volta do Sul-Minas com 16 equipes em quatro grupos. O
Campeonato do Centro-Oeste e Norte, seria uma prévia para o Campeonato
Brasileiro e os estaduais, agregariam as equipes que foram sendo eliminadas.
O futebol ainda é
uma paixão que precisa ser resgatada, para o nosso bem maior.
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