Dirigido por Stephen Hopkins conhecido por séries
como 24 horas, Californication e House of
Lies, o filme conta a história de Jesse
Owens (Stephan James) corredor da Universidade de Ohio, que vence quatro provas nas Olimpíadas de
Berlim de 1936, diante dos olhares do chanceler Adolf Hitler.
Como outros
filmes americanos de luta entre brancos e negros, esse fala mais uma vez do
preconceito explicito, ou implícito de tantos momentos vergonhosos da história
norte-americana, ou mesmo da história da humanidade. Já vi essa semana o filme Barry do começo de Obama, como estudante e outros filmes e documentários sobre lideres
dos direitos civis como Marting Luther King, Malcom X e Muhamadd Ali (Eu Sou
Ali) que ainda vou comentar mais
adiante, em outro post.
Essa película americana,
canadense tem uma boa fotografia de época, não se destaca por uma história
densa. Tem momentos pequenos de tensão, mas consegue passar claramente a
mensagem de que devemos ainda evoluir muito em nossos pensamentos em relação as
pessoas de cor.
Em pouco mais de
duas horas de filme, o expectador tem uma oportunidade de ver como funcionam os
bastidores dos preparativos para a maior competição esportiva da humanidade.
Fiquei me lembrando dos nossos Jogos Olímpicos
Rio 2016. Enquanto lá fora o pau
comia, o golpe se concretizava, os atletas fizeram sua parte dentro das
competições.
Atletas judeus
sendo hostilizados, com a eminência de uma guerra, por causa das perseguições
que já estavam acontecendo nas ruas. Uma breve semelhança com o Brasil.
Uma boa
homenagem a esse atleta que não chegou a ser reconhecido em vida pela Casa Branca, mas que a população
colocou um milhão de pessoas nas ruas para esperar sua chegada. E ele foi
aclamado por uma população orgulhosa.

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